Foto:D.R.
Os Forcados Amadores de Arronches triunfaram no Domingo em Villalba del Rey (Cuenca-Espanha), perante toiros de Eusebio Escolar.
O grupo liderado por Ricardo Nunes pegou dois toiros com brilhantismo e o público rendeu-se aos encantos desta formação que esta temporada tem somado vários êxitos.
Foram solistas por Arronches os forcados Tiago Cabaceira e Leonel Frades.
Nos festejo tourearam Ivan Magro (silencio e silencio), Javier Cano (duas orelhas e duas orelhas).
DIÁRIO TAURINO TRIUNFADOR EM 2011, 2012 e 2013! ESTE BLOG FOI GALARDOADO COM OS TROFÉUS IMPRENSA do SORTILÉGIO CLUBE-REGUENGOS DE MONSARAZ (2011), TERTÚLIA TAUROMÁQUICA DE ESTREMOZ (2011) E AINDA COM O TROFÉU IMPRENSA DA TERTÚLIA TAUROMÁQUICA NOSSA SENHORA DO CARMO, EM SOUSEL (2011 e 2012). EM 2013 GALARDOADO PELA TERTÚLIA TAUROMÁQUICA DE ALAGOA. OBRIGADO A TODOS OS LEITORES. ESTES TROFÉUS SÃO VOSSOS!
--------------------------A informação taurina passa diariamente por aqui. Um blog ao serviço da festa e dos toureiros portugueses----------------------
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Moita Flores lança desafio aos aficcionados
Foto:D.R.
Chamo-me Francisco Moita Flores. Sou escritor. Sou pai de três filhos, avô de três netos. E, neste momento da minha vida pessoal, por decisão do Povo de Santarém, sou Presidente de Câmara.
Nasci num monte alentejano entre Moura e Amareleja. Cresci repartido entre a cidade e o campo. Estudei na escola primária desse monte, depois numa vila, depois nas cidades do país, depois em cidades de outros países. Aprendi a vida convivendo com manadas de vacas, imensos rebanhos de ovelhas, cavalos, mulas, porcos, cabras, com o rio Ardila e tinha uma cadela que se chamava Maravilha. Durante 15 anos servi a Polícia Judiciária. Fui testemunha e actor do sofrimento mais pungente, de tragédias inimagináveis, de lágrimas feitas de tanta dor que não havia consolo. Conheci, vivi, convivi com o luto e a morte durante este tempo. Tempo demais para não sermos tocados por esse mundo invisível de dor e pranto. E este rasto de sofrimento e morte, de miséria e desespero, de violência e brutalidade em contraste com as memórias de outros tempos de menino converteu-me ao franciscanismo. S. Francisco, o irmão de todos os rios, irmãos de todos os pássaros, irmão do sol e da vida, irmão dos animais, das árvores, dos homens, das crianças, ensinou-me o caminho ético e moral para educar os meus filhos e amar os meus netos e a gente que em mim deposita confiança para governar.
Aprendi nos campos alentejanos a ser aficionado. Uma pulsão emotiva que não sabia explicar. O touro bravo, fera negra, símbolo da morte e do medo, olhava-nos arrogante e valente. Aprendi a admirá-lo. E descobri em Knossos, nos frescos deixados pela civilização cretense, que essa admiração era velha. Em Esparta e na civilização grega. Reencontrei-a em Roma e na civilização romana. Depois nos enormes frescos de Miguel Ângelo, nos poemas de Garcia Lorca, na pintura de Picasso, nas páginas de Hemingway e de tantos outros poetas, escritores, pintores, escultores que percebi que o irmão touro bravo integrava o psicodrama essencial do Homem. A sua inquietude perante a morte e a necessidade de a vencer para aspirar à imortalidade. Numa arena, em cada combate, vence a vida ou vence a morte. Não há meio termo. Esta dimensão trágica do simbólico enredo taurino está presente em todas as manifestações populares, nomeadamente, nas largadas, que arrebatam milhões de entusiastas que procuram apostar a vida, nem que seja numa corrida medrosa com o touro a quinhentos metros de distância. E o ritual cumpre-se pelo exorcismo da negação evitabilidade finitude.
O crescimento das cidades, e das culturas urbanas, produziu novos mitos. Novas falas, como lhe chama Roland Barthes. Produziu novos ritos sociabilitários, novos discursos simbólicos, novos afectos e importantes discursos sobre o mundo e os nossos destinos colectivos. Representou grandes ganhos revolucionários, culturais e civilizacionais e bem se pode dizer que, hoje, o mundo é comandado pelas cidades. Porém, também desvarios, radicalismos, intolerância e a irrupção de um pensamento que destrói a memória, que expropria e marginaliza os ritos, os mitos, os valores, os símbolos que durante séculos consolidaram Portugal, lhe deram identidade e o afirmaram como Língua, como Povo, como Pátria, como Território. As culturas urbanas radicais desprezaram os campos e desprezam os seus costumes, gostos, atitudes psico-afectivas. Consideram-nos ganga, ruído, 'pimba', decadência face ao brilho multicolorido das cidades. Como disse a grande poetisa Sophia de Mello Breyner, são pessoas sensíveis que detestam ver matar galinhas, mas adoram canja de galinha! Culturas, ou microculturas radicais que surpreendidos pela devastação que provocaram, desertificando os campos, envelhecendo-os, matando-os, matando a agricultura, as aldeias, as vilas, a vida da pastorícia, das florestas - tudo submetido à ordem e aos valores da cidade - descobriram que valia a pena lutar por adereços. Não pelos campos ou pela multiplicação dos animais como estratégia de recuperação do mundo agrícola, muito menos por respeito pelos homens que desprezam e tratam como meros servos, mas para apaziguar consciências consumistas que na irracionalidade do consumismo despedaçaram qualquer outro valor, ideia, ou respeito pelos outros, seja pelos Homens, seja pela Natureza, seja pelos Animais.
Os diferentes nichos que surgem pelo país, em defesa do lince, em defesa do lobo, em defesa da água, contra a festa brava, na maior parte dos casos apenas olha a árvore e recusa-se a ver a floresta. São, na sua maioria, contra qualquer vínculo que afirme o respeito pelos Direitos do Homem casados e em sintonia com os Direitos da Terra. Não quero, nem é possível discutir os argumentos contra a Festa Brava. São do território da fé e jamais chegaríamos ao fim. Não é possível argumentar contra visões fundamentalistas, transformadas em beatério de confrades laicos. Que gozam as graças de meios de comunicação que adoram ruído e conflito e acreditam piamente nas verdades gritadas por aguerridos beatos, quais velhas inquisidoras. Na verdade, limpando a hipocrisia, a nenhum interessa os direitos dos animais, nem os direitos dos homens. Gritam o folclore politicamente correcto e giro! E fazem abaixo assinados, procurando destruir sem compreender, protestar quando a verdadeira essência do seu protesto são as suas próprias consciências. Nem é o sofrimento do animal, como eles dizem, que os move. Pois se o fosse, estariam aos gritos em todos os locais em que se 'fabricam' com hormonas, frangos, vacas, ovelhas para alimentar a cidade. Estariam às portas dos grandes matadouros escutando os urros de milhares de animais que adivinham o cheiro da morte. Estariam nas barricadas contra as guerras que matam homens e crianças, na linha da frente da luta pelo renascimento do campo e das culturas rurais, na linha da frente contra a violência doméstica. Não! Nada disto. Apenas contra a pretensa violência contra os touros bravos. Nem pelo outro argumento comodista e repetido de que não são contra o abate dos animais mas sim contra o espectáculo que, no caso português, nem os abate. Maior hipocrisia não existe. Nem paciência para discutir a fé de angustiados.
Cheguei à idade onde já não há paciência para ser insultado por uma horda de analfabetos. Embora respeite os seus gritos, pois creio nesta terra da liberdade sem excepção de ninguém. Até daqueles que assiste o direito ao disparate. Cheguei á idade da tolerância mas também ao tempo onde, mais do que nunca, acredito que só é possível salvar os Direitos do Homem se com eles salvarmos os Direitos da Terra. É a minha crença profunda. E sei que o combate passa por afirmar a defesa dos símbolos, dos valores, dos ritos, das cargas simbólicas que consolidaram a nossa secular matriz identitária. E esse combate feito de muitas frentes de luta, tem numa delas os 'talibãs' que em nome dos direitos dos animais procuram destruir os animais, a economia que os sustenta e os animais sustentam, além da cultura a eles imanentes. Por isso mesmo decidi lançar este abaixo assinado que vos envio. Já que a moda é o abaixo assinado, assinemos. Em defesa da Festa Brava, em defesa da Festa, em defesa dos valores da Terra, da Vida e dos ritos exorcizadores da Morte, em defesa dos animais, dos touros, dos cavalos, dos pastores e dos campinos, da economia agrícola e animal associada à Festa e ao espectáculo, em nome do progresso com Memória, em nome do desenvolvimento sem perder o sentido da História.
Proponho-vos chegarmos a CEM MIL assinaturas até Julho de 2011. CEM MIL! Convido-vos a todos. Aos meus irmãos homens, às minhas irmãs mulheres, que afirmem por este abaixo assinado fora, este combate pela cidadania e pelos direitos da Terra para que ninguém se amedronte perante a gritaria histérica de alguns. Convido-vos com a serenidade da razão a subscrever este abaixo assinado e definitivamente mostrar ao país que não nos submetemos à ditadura do 'hamburger' urbano e que somos muitos, disponíveis para lutar, resistir e assumir Portugal na sua unidade complexa e diversa. Sem intolerância, em nome da Liberdade, mas também em nome dos direitos naturais sagrados que nos tornaram portugueses, filhos de Portugal, netos de almocreves, cavaleiros, campinos, guardadores de rebanhos, de escritores e de poetas, de guerreiros e camponeses, nascidos do mesmo ventre de terra à qual um dia regressaremos.
Santarém, 25 de Agosto de 2010
Francisco Moita Flores
Chamo-me Francisco Moita Flores. Sou escritor. Sou pai de três filhos, avô de três netos. E, neste momento da minha vida pessoal, por decisão do Povo de Santarém, sou Presidente de Câmara.
Nasci num monte alentejano entre Moura e Amareleja. Cresci repartido entre a cidade e o campo. Estudei na escola primária desse monte, depois numa vila, depois nas cidades do país, depois em cidades de outros países. Aprendi a vida convivendo com manadas de vacas, imensos rebanhos de ovelhas, cavalos, mulas, porcos, cabras, com o rio Ardila e tinha uma cadela que se chamava Maravilha. Durante 15 anos servi a Polícia Judiciária. Fui testemunha e actor do sofrimento mais pungente, de tragédias inimagináveis, de lágrimas feitas de tanta dor que não havia consolo. Conheci, vivi, convivi com o luto e a morte durante este tempo. Tempo demais para não sermos tocados por esse mundo invisível de dor e pranto. E este rasto de sofrimento e morte, de miséria e desespero, de violência e brutalidade em contraste com as memórias de outros tempos de menino converteu-me ao franciscanismo. S. Francisco, o irmão de todos os rios, irmãos de todos os pássaros, irmão do sol e da vida, irmão dos animais, das árvores, dos homens, das crianças, ensinou-me o caminho ético e moral para educar os meus filhos e amar os meus netos e a gente que em mim deposita confiança para governar.
Aprendi nos campos alentejanos a ser aficionado. Uma pulsão emotiva que não sabia explicar. O touro bravo, fera negra, símbolo da morte e do medo, olhava-nos arrogante e valente. Aprendi a admirá-lo. E descobri em Knossos, nos frescos deixados pela civilização cretense, que essa admiração era velha. Em Esparta e na civilização grega. Reencontrei-a em Roma e na civilização romana. Depois nos enormes frescos de Miguel Ângelo, nos poemas de Garcia Lorca, na pintura de Picasso, nas páginas de Hemingway e de tantos outros poetas, escritores, pintores, escultores que percebi que o irmão touro bravo integrava o psicodrama essencial do Homem. A sua inquietude perante a morte e a necessidade de a vencer para aspirar à imortalidade. Numa arena, em cada combate, vence a vida ou vence a morte. Não há meio termo. Esta dimensão trágica do simbólico enredo taurino está presente em todas as manifestações populares, nomeadamente, nas largadas, que arrebatam milhões de entusiastas que procuram apostar a vida, nem que seja numa corrida medrosa com o touro a quinhentos metros de distância. E o ritual cumpre-se pelo exorcismo da negação evitabilidade finitude.
O crescimento das cidades, e das culturas urbanas, produziu novos mitos. Novas falas, como lhe chama Roland Barthes. Produziu novos ritos sociabilitários, novos discursos simbólicos, novos afectos e importantes discursos sobre o mundo e os nossos destinos colectivos. Representou grandes ganhos revolucionários, culturais e civilizacionais e bem se pode dizer que, hoje, o mundo é comandado pelas cidades. Porém, também desvarios, radicalismos, intolerância e a irrupção de um pensamento que destrói a memória, que expropria e marginaliza os ritos, os mitos, os valores, os símbolos que durante séculos consolidaram Portugal, lhe deram identidade e o afirmaram como Língua, como Povo, como Pátria, como Território. As culturas urbanas radicais desprezaram os campos e desprezam os seus costumes, gostos, atitudes psico-afectivas. Consideram-nos ganga, ruído, 'pimba', decadência face ao brilho multicolorido das cidades. Como disse a grande poetisa Sophia de Mello Breyner, são pessoas sensíveis que detestam ver matar galinhas, mas adoram canja de galinha! Culturas, ou microculturas radicais que surpreendidos pela devastação que provocaram, desertificando os campos, envelhecendo-os, matando-os, matando a agricultura, as aldeias, as vilas, a vida da pastorícia, das florestas - tudo submetido à ordem e aos valores da cidade - descobriram que valia a pena lutar por adereços. Não pelos campos ou pela multiplicação dos animais como estratégia de recuperação do mundo agrícola, muito menos por respeito pelos homens que desprezam e tratam como meros servos, mas para apaziguar consciências consumistas que na irracionalidade do consumismo despedaçaram qualquer outro valor, ideia, ou respeito pelos outros, seja pelos Homens, seja pela Natureza, seja pelos Animais.
Os diferentes nichos que surgem pelo país, em defesa do lince, em defesa do lobo, em defesa da água, contra a festa brava, na maior parte dos casos apenas olha a árvore e recusa-se a ver a floresta. São, na sua maioria, contra qualquer vínculo que afirme o respeito pelos Direitos do Homem casados e em sintonia com os Direitos da Terra. Não quero, nem é possível discutir os argumentos contra a Festa Brava. São do território da fé e jamais chegaríamos ao fim. Não é possível argumentar contra visões fundamentalistas, transformadas em beatério de confrades laicos. Que gozam as graças de meios de comunicação que adoram ruído e conflito e acreditam piamente nas verdades gritadas por aguerridos beatos, quais velhas inquisidoras. Na verdade, limpando a hipocrisia, a nenhum interessa os direitos dos animais, nem os direitos dos homens. Gritam o folclore politicamente correcto e giro! E fazem abaixo assinados, procurando destruir sem compreender, protestar quando a verdadeira essência do seu protesto são as suas próprias consciências. Nem é o sofrimento do animal, como eles dizem, que os move. Pois se o fosse, estariam aos gritos em todos os locais em que se 'fabricam' com hormonas, frangos, vacas, ovelhas para alimentar a cidade. Estariam às portas dos grandes matadouros escutando os urros de milhares de animais que adivinham o cheiro da morte. Estariam nas barricadas contra as guerras que matam homens e crianças, na linha da frente da luta pelo renascimento do campo e das culturas rurais, na linha da frente contra a violência doméstica. Não! Nada disto. Apenas contra a pretensa violência contra os touros bravos. Nem pelo outro argumento comodista e repetido de que não são contra o abate dos animais mas sim contra o espectáculo que, no caso português, nem os abate. Maior hipocrisia não existe. Nem paciência para discutir a fé de angustiados.
Cheguei à idade onde já não há paciência para ser insultado por uma horda de analfabetos. Embora respeite os seus gritos, pois creio nesta terra da liberdade sem excepção de ninguém. Até daqueles que assiste o direito ao disparate. Cheguei á idade da tolerância mas também ao tempo onde, mais do que nunca, acredito que só é possível salvar os Direitos do Homem se com eles salvarmos os Direitos da Terra. É a minha crença profunda. E sei que o combate passa por afirmar a defesa dos símbolos, dos valores, dos ritos, das cargas simbólicas que consolidaram a nossa secular matriz identitária. E esse combate feito de muitas frentes de luta, tem numa delas os 'talibãs' que em nome dos direitos dos animais procuram destruir os animais, a economia que os sustenta e os animais sustentam, além da cultura a eles imanentes. Por isso mesmo decidi lançar este abaixo assinado que vos envio. Já que a moda é o abaixo assinado, assinemos. Em defesa da Festa Brava, em defesa da Festa, em defesa dos valores da Terra, da Vida e dos ritos exorcizadores da Morte, em defesa dos animais, dos touros, dos cavalos, dos pastores e dos campinos, da economia agrícola e animal associada à Festa e ao espectáculo, em nome do progresso com Memória, em nome do desenvolvimento sem perder o sentido da História.
Proponho-vos chegarmos a CEM MIL assinaturas até Julho de 2011. CEM MIL! Convido-vos a todos. Aos meus irmãos homens, às minhas irmãs mulheres, que afirmem por este abaixo assinado fora, este combate pela cidadania e pelos direitos da Terra para que ninguém se amedronte perante a gritaria histérica de alguns. Convido-vos com a serenidade da razão a subscrever este abaixo assinado e definitivamente mostrar ao país que não nos submetemos à ditadura do 'hamburger' urbano e que somos muitos, disponíveis para lutar, resistir e assumir Portugal na sua unidade complexa e diversa. Sem intolerância, em nome da Liberdade, mas também em nome dos direitos naturais sagrados que nos tornaram portugueses, filhos de Portugal, netos de almocreves, cavaleiros, campinos, guardadores de rebanhos, de escritores e de poetas, de guerreiros e camponeses, nascidos do mesmo ventre de terra à qual um dia regressaremos.
Santarém, 25 de Agosto de 2010
Francisco Moita Flores
Pedro Salvador conquista troféu em Montemor-o-Velho
Em terra carregada de profundidade histórica, como é Montemor-o-Velho, ali nasceu Fernando Mendes Pinto, Pedro Salvador rubricou no domingo dia 5, duas actuações que lhe abriram, mais uma vez, o caminho do êxito.
Foto:D.R.
Frente a toiros de Higino Sobral, difíceis d reservados, Pedro desenvolveu duas lides heterogéneas, mas que o público se rendeu.
No seu primeiro com o Solpinho, Pedro abriu o livro e deu lição de como se toureia a cavalo. O toiro roçou-lhe com os cornos na cilha do cavalo, tais eram as curtas distâncias com que bregava. No momento de cravar esteve com elevada distinção. No seu segundo, outro toiro burraco, Pedro mostrou nas farpas que estava disposto a levar o troféu para casa, depois com o Domecq a emoção esteve ao rubro, com ferro de parar a respiração. Pedro fez o que quis do toiro, recuou na cara deste, avançou, fez os famosos quiebros, e quando recolhia o público exigiu mais um, e de novo a espectacularidade voltou.
Pedro venceu o lindo troféu em disputa e para o ano volta a estar em Setembro em Montemor-o-Velho.
O gabinete de imprensa de Pedro Salvador
domingo, 5 de setembro de 2010
Espanha: Moura Jr não pára de cortar orelhas e...rabos
Foto:D.R.
O cavaleiro João Moura Jr voltou hoje a triunfar em El Jimenado (Murcia- Espanha).
Perante toiros de Maricarmen Camacho, Moura Jr toureou ao lado de El Cartagenero.
Resultado:
Moura Jr- duas orelhas, duas orelhas
El Cartagenero- duas orelhas. duas orelhas
A duo
João Moura Jr e El Cartagenero: Duas orelhas e rabo
O cavaleiro João Moura Jr voltou hoje a triunfar em El Jimenado (Murcia- Espanha).
Perante toiros de Maricarmen Camacho, Moura Jr toureou ao lado de El Cartagenero.
Resultado:
Moura Jr- duas orelhas, duas orelhas
El Cartagenero- duas orelhas. duas orelhas
A duo
João Moura Jr e El Cartagenero: Duas orelhas e rabo
Mérida: Triunfo forte para Marcos Bastinhas e Francisco Palha
Fotos:D.R.
Os cavaleiros portugueses Francisco Palha e Marcos Tenório (Bastinhas) triunfaram este Domingo em Mérida (Badajoz-Espanha).
Os portugueses tourearam ao lado dos rejoneadores espanhóis Juan Carlos Jimenez e Luís Correa, perante toiros de D. Ramon Flores Sanchez.
Juan Carlos Jimenez- Silencio e aviso
Luís Correa-orelha
Marcos Tenório (Bastinhas)- Volta
Francisco Palha- orelha
A duo:
Juan Carlos Jimenez e Marcos Tenório Bastinhas- duas orelhas
Luis Correa e Francisco Palha- duas orelhas
Espanha: Mateus Prieto volta a dar nas vistas
Foto:D.R.
O cavaleiro praticante Mateus Prieto voltou hoje a dar nas vistas numa corrida em Espanha.
Em Cantalapiedra, o cavaleiro luso cortou uma orelha com forte petição da segunda.
Fran Lobato foi por sua vez ovacionado após a morte do único toiro que lidou a sós.
Na lide a duo Prieto e Lobato foram ovacionados.
Lidaram-se toiros de Juan Pedro Domecq
O cavaleiro praticante Mateus Prieto voltou hoje a dar nas vistas numa corrida em Espanha.
Em Cantalapiedra, o cavaleiro luso cortou uma orelha com forte petição da segunda.
Fran Lobato foi por sua vez ovacionado após a morte do único toiro que lidou a sós.
Na lide a duo Prieto e Lobato foram ovacionados.
Lidaram-se toiros de Juan Pedro Domecq
Ronda: Bohórquez, Hermoso e Ventura em ombros
Foto:D.R.
MUNDOTORO
Ronda (España). Fermín Bohórquez, Hermoso de Mendoza y Diego Ventura han salido en hombros de la Real Maestranza de Caballería de Ronda. El festejo ha estado marcado por la dificultad de los astados de Benítez Cubero que los tres rejoneadores han sabido solventar, tirando de profesionalidad y espectáculo.
Diego Ventura obtuvo el triunfo más importante y cortó cuatro orejas. Deslumbró a los tendidos de Ronda que se rindieron a su poderío. Hermoso de Mendoza cortó tres orejas, siendo la labor al quinto la más destacable. Fermín Bohórquez se enfrentó en primer lugar a un toro muy aplomado con el que no pudo lucirse, pero no fue así el cuarto al que le cortó las dos orejas.
| Plaza de toros de Ronda. Corrida rondeña de rejones. Toros de Benítez Cubero. Fermín Bohórquez, ovación y dos orejas; Hermoso de Mendoza, oreja y dos orejas; y Diego Ventura, dos orejas y dos orejas. |
Alandroal: Prudêncios puxam pelos toureiros e protagonizam o "pegão" da temporada
João Moura Caetano voltou a rubricar no Alandroal grandes momentos de toureio
João Moura Caetano alcançou novo triunfo no Alandroal, frente a toiros da Casa Prudêncio que saíram a pedir algumas contas aos ginetes.
Com ferros de praça a praça e a pisar terrenos de compromisso, Caetano esteve mais uma vez em plano de triunfo.
A emoção voltou a estar em praça com os compridos assinados pelo de Monforte e a pureza do toureio a cavalo sentiu-se nos curtos que cravou.
Filipe Gonçalves andou regular no primeiro e alcançou no segundo do seu lote bons momentos, principalmente com os pares de bandarilhas que cravou.
Manuel Telles Bastos não deu confiança aos oponentes, que pediam algumas contas ao toureiro da Torrinha, tendo-se baseado num toureio clássico, sem dar facilidades aos oponentes.
Esteve em bom plano, tal como Gonçalves.
A tarde de sábado no Alandroal fica ainda marcada pela boa prestação dos forcados de Alcochete e pelo "PEGÃO" - UMA COISA DO OUTRO MUNDO , de um jovem forcado do Aposento do Alandroal.
A não perder no Farpas e no farpasblogue as fotos e a crónica completa deste festejo levado a cabo pela Aplaudir de João Pedro Bolota, e ainda as imagens do PEGÃO da temporada.
A Solange Pinto e o João Dinis contam tudo. A não perder!A poucos dias da Feira da Moita, Velasquez "deixa" Nunes
Nuno Velasquez
António Nunes
Como sempre, amigavelmente...
Nuno Velasquez rompeu com o seu apoderado, o conhecido empresário António Nunes, noticiou este sábado o site www.solesombra.net.
O portal taurino publicou uma mensagem, alegadamente enviada aos sites da especialidade por Velasquez, a dar conta de que a relação de apoderamento chegou ao fim.
Velaquez sublinha que tem "estima" por Nunes e que ficará "agradecido" pela forma como o empresário dirigiu a sua carreira.
No entanto, o matador moitense sublinha que "já não estão reunidas as condições" para continuar aquela relação.
Na mesma nota, Velasquez assume que ainda não tem nenhum substituto para o lugar que ocupara António Nunes.
O matador de toiros Nuno Velasquez toureia no dia 13 de Setembro na Feira da Moita, ao lado do matador espanhol Curro Diaz e dos cavaleiros António Telles e João Telles Jr.
Lidam-se nesse dia toiros de Pereda e pegam os forcados do Ap. da MoitaEspanha: Um rabo para Moura Jr!
Foto:D.R.
João Moura Jr cortou este sábado em El Casa de Cáceres (Espanha) um rabo e quatro orelhas.
Perante toiros de Castillejo de Huebra, o cavaleiro português esteve imponente, registando duas importantes faenas.
Moura Jr toureaou ao lado de Fermin Bohorquez (ovação e duas orelhas) e de Leonardo Hernandez (duas orelhas e duas orelhas e rabo.
João Moura Jr cortou este sábado em El Casa de Cáceres (Espanha) um rabo e quatro orelhas.
Perante toiros de Castillejo de Huebra, o cavaleiro português esteve imponente, registando duas importantes faenas.
Moura Jr toureaou ao lado de Fermin Bohorquez (ovação e duas orelhas) e de Leonardo Hernandez (duas orelhas e duas orelhas e rabo.
Espanha: Após o grande triunfo este sábado no Alandroal, Moura Caetano em Albuquerque dia 8 de Setembro
Foto:D.R.
O cavaleiro João Moura Caetano obteve um grande triunfo na corrida que se realizou este Sábado no Alandroal (ver crónica e fotos do festejo em breve), e prepara-se para "combater" ao lado de grandes figuras do rejoneio no dia 8 de Setembro, em Albuquerque (Badajoz-Espanha).
O cavaleiro de Monforte, que em 2010 está a registar uma das suas melhores temporadas de sempre, toureia nessa cidade espanhola ao lado de António Domecq e de Leonardo Hernandez.
Lidam-se toiros de Hros.D. Bernardino Piriz.
A corrida está agendada para as19:00 (hora espanhola).
O cavaleiro João Moura Caetano obteve um grande triunfo na corrida que se realizou este Sábado no Alandroal (ver crónica e fotos do festejo em breve), e prepara-se para "combater" ao lado de grandes figuras do rejoneio no dia 8 de Setembro, em Albuquerque (Badajoz-Espanha).
O cavaleiro de Monforte, que em 2010 está a registar uma das suas melhores temporadas de sempre, toureia nessa cidade espanhola ao lado de António Domecq e de Leonardo Hernandez.
Lidam-se toiros de Hros.D. Bernardino Piriz.
A corrida está agendada para as19:00 (hora espanhola).
sábado, 4 de setembro de 2010
Espanha: Marcos Bastinhas e Francisco Palha este Domingo em Mérida
MARCOS BASTINHAS
FRANCISCO PALHA Fotos:D.R.
Os cavaleiros portugueses Marcos Bastinhas e Francisco Palha toureiam este Domingo em Mérida (Espanha).
Os toureiros lusos participam numa corrida de rojões hispano-lusa ao lado dos rejeonadores Juan Carlos Jimenez e Luís Correa.
Lidam-se toiros de D. Ramon Flores Sanchez.
A corrida está agendada para as 19:30 (hora espanhola).
FRANCISCO PALHA Fotos:D.R.
Os cavaleiros portugueses Marcos Bastinhas e Francisco Palha toureiam este Domingo em Mérida (Espanha).
Os toureiros lusos participam numa corrida de rojões hispano-lusa ao lado dos rejeonadores Juan Carlos Jimenez e Luís Correa.
Lidam-se toiros de D. Ramon Flores Sanchez.
A corrida está agendada para as 19:30 (hora espanhola).
Espanha:Mais duas orelhas para Telles Jr.
Foto:D.R.
João Telles Jr cortou hoje duas orelhas ao segundo toiro do seu lote na corrida de rejoneio de Alcázar de San Juan (Ciudad Real-Espanha).
No seu primeiro o toureiro português foi silenciado.
Perante toiros de Galache, tourearam ainda Sergio Galán e Noélia Mota.
Sergio Galán- orelha e duas orelhas
Telles Jr- Silencio e duas orelhas
Noélia Mota-orelha e duas orelhas
João Telles Jr cortou hoje duas orelhas ao segundo toiro do seu lote na corrida de rejoneio de Alcázar de San Juan (Ciudad Real-Espanha).
No seu primeiro o toureiro português foi silenciado.
Perante toiros de Galache, tourearam ainda Sergio Galán e Noélia Mota.
Sergio Galán- orelha e duas orelhas
Telles Jr- Silencio e duas orelhas
Noélia Mota-orelha e duas orelhas
Sónia Matias vence troféu da melhor lide na Póvoa de Santa Iria
Foto:D.R.
A cavaleira Sónia Matias volta a estar de novo ao seu melhor nível na Póvoa de Santa Iria, numa tarde quente de Setembro e numa terra onde há mais de 8 anos não havia corridas de toiros. Com a praça cheia e partilhando cartel com os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Tiago Martins e Paulo D´Azambuja, a cavaleira Sónia Matias soube estar à altura dos toiros da Ganadaria Palha, que teve pela frente.
Com duas lides marcadas por bons momentos de toureio, a cavaleira voltou a demonstrar a excelente época que tem vindo a atravessar, num ano de comemorações e onde tem vencidos alguns prémios pelo mérito que deixa em praça. O prémio para a melhor lide foi-lhe atribuído pela tertúlia “Passe por Alto”, uma tertúlia da Póvoa de Santa Iria que muito tem feito para levar mais vezes a Festa Brava àquelas gentes.
Foi mais uma tarde de triunfo e de reconhecimento por Sónia Matias, uma cavaleira do coração pela especial e rara empatia que estabelece com público e pela entrega total que deixa sempre nas suas lides.
GI de Sónia Matias
São João da Pesqueira para sempre na memória de Pedro Salvador
Foto:D.R.
Foram duas lides de antologia as que Pedro Salvador rubricou esta noite em São João da Pesqueira.
A noite já ia longe e nos cafés e bares daquela localidade só se falava das duas actuações de verdade que Pedro rubricou perante aos Lampreias.
Na sua primeira actuação esteve soberbo com o Solpinho e depois com o Domecq um ferro de parar a respiração.
No seu segundo sério e a pedir meças com o cavalo Único, foram únicos os momentos vividos na praça tal era o calibre da actuação com a banda a tocar e o público em euforia. Porque o público lhe pedia cravou três curtos de novo com o Domecq em sorte cambiadas com o conclave a saltar das bancadas em ovação estrondante.
Porque o ambiente de festa estava criado o ganadeiro que deu volta à praça e a Comissão Organizadora ofertaram o toiro sobrero para ser lidado pelos três toureiros, os dois alternantes cederam esse mesmo toiro a Pedro, que não se fez rogado e rubricou uma terceira actuação de apoteose.
No final, e como reconhecimento pelo seu trabalho, ficou contratado para a próxima temporada voltar a actuar ali inserido nas Festas Pombalinas.
Mas o tempo não é de descanso e aí está já no próximo dia 5 a sua actuação em Montemor-o-Velho.
O gabinete de imprensa
Ana Teixeira
SIC: Jornal da Noite aborda hoje a tauromaquia
A SIC exibe hoje, no Jornal da Noite, uma reportagem sobre a tauromaquia nas suas variadas vertentes.
A reportagem, com cerca de 10 minutos, é assinada pelo jornalista Hugo Alcântara e a imagem é de Tiago Trindade.
A reportagem conta com vários testemunhos de aficcionados que, frequentemente, assistem a largadas, garraiadas, entre outros espectáculos taurinos.
Durante a mesma, é possivel conhecer os motivos que movem os portugueses a frequentar este tipo de manifestações culturais.
Quanto ao aspecto da corrida de toiros, ex-libris da tauromaquia, o tema é abordado pelo critico taurino Lourenço Mourato.
Durante a sua intervenção, Mourato fala-nos da qualidade da carne de toiro bravo, da vida e morte do toiro, entre outros aspectos.
A não perder!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Malditos anti taurinos...
O site www.toureio.com de Hugo Calado foi atacado pelos "anti taurinos", disse o responsável desta publicação on-line ao Diário Taurino.
De acordo com Hugo Calado, os responsáveis pela conteúdo web da página estão a "tentar resolver a situação".
No entanto,Hugo Calado pediu "desculpas" aos aficcionados e aos seus leitores em particular por esta situação.
Calado garantiu ainda que o toureio.com regressa às lides "o mais depressa possível".
Moura Jr e João Telles Jr triunfam em Espanha
Fotos:D.R.
João Moura Jr e João Telles Jr saíram ontem (quinta feira) em ombros no final da corrida que se realizou em Montilla de Palancar (Cuenca-Espanha).
Perante toiros de Caridad Cobaleda, que se deixaram lidar, os dois portugueses triunfaram ao lado de Noélia Mota.
João Moura Jr-orelha e orelha
João Telles Jr- duas orelhas e orelha
Noélia Mota- duas orelhas e orelha
João Moura Jr e João Telles Jr saíram ontem (quinta feira) em ombros no final da corrida que se realizou em Montilla de Palancar (Cuenca-Espanha).
Perante toiros de Caridad Cobaleda, que se deixaram lidar, os dois portugueses triunfaram ao lado de Noélia Mota.
João Moura Jr-orelha e orelha
João Telles Jr- duas orelhas e orelha
Noélia Mota- duas orelhas e orelha
Duarte Pinto continua a triunfar!
Foto:D.R.
Depois dos recentes triunfos da ultima semana no Campo Pequeno, no Crato, em Albufeira culminando com o Troféu para a Melhor Lide na Monumental do Montijo, Duarte Pinto afirmou e reafirmou a sua condição de ídolo e Figura da nossa tauromaquia. Uma temporada recheada de êxtos nas principais praças e por todo o país da Povoa do Varzim a Albufeira fazem com que 2010 seja o ano de Duarte Pinto e esteja definitivamente apontado como um dos jovens em que se pode acreditar.
Duarte Pinto actuará dia 11 de Setembro na Nazaré, dia 18 na Monumental Celestino Graça em Santarém e ainda noutras praças que oportunamente anunciaremos.
RP Duarte Pinto
Cavaleiro de Dinastia
Campo Pequeno: Casa cheia para ver Ventura pela Porta Grande
Foto:D.R.
Diego Ventura voltou ontem a sair em ombros pela porta grande do Campo Pequeno.
O toureiro lusodescendente deu quatro voltas ao ruedo e assinou mais uma saída triunfal.
Perante casa cheia, brilharam ainda as montadas de Ventura, nomeadamente, o Distinto e o célebre Morante.
Os toiros de Guiomar Cortes de Moura deram exelente jogo aos artistas e proporcionaram três voltas a António Telles e outras tantas a Francisco Palha.
A monumental de Lisboa voltou a registar uma grande enchente, ou seja, voltou a esgotar.
Diego Ventura voltou ontem a sair em ombros pela porta grande do Campo Pequeno.
O toureiro lusodescendente deu quatro voltas ao ruedo e assinou mais uma saída triunfal.
Perante casa cheia, brilharam ainda as montadas de Ventura, nomeadamente, o Distinto e o célebre Morante.
Os toiros de Guiomar Cortes de Moura deram exelente jogo aos artistas e proporcionaram três voltas a António Telles e outras tantas a Francisco Palha.
A monumental de Lisboa voltou a registar uma grande enchente, ou seja, voltou a esgotar.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
António Manuel Cardoso não brinca! A publicidade da Feira da Moita já foi alterada.
MOITA – A MAIOR E MAIS IMPORTANTE FEIRA TAURINA DE PORTUGAL
De 13 a 17 de Setembro todos os caminhos da afición ibérica vão dar à Moita do Ribatejo. Lá estarão as máximas figuras do toureio mundial, os melhores grupos de forcados e toiros das mais prestigiadas ganadarias.
Numa altura em que a festa brava tem sido alvo de “atentados” vindos de diversos sectores, a maior prova de força é enchermos a “Daniel do Nascimento” durante cinco dias consecutivos e aí mesmo provarmos a força da festa de toiros em Portugal e que queremos e merecemos que respeitem a tradição de um povo. Os preços a partir de 10 € não deixarão ninguém indiferente...
Os bilhetes estão à venda em Vila Franca de Xira na Agência Arena e na Moita na Rua 5 de Outubro; pode também fazer a sua reserva pelo telemóvel 917884674 (Manuel Filipe).
Apostámos forte, temos a certeza que iremos ser reconhecidos!
Lá os esperamos de 13 a 17 de Setembro, porque “A MOITA NÃO PÁRA!”
GABINETE DE IMPRENSA E RELAÇÕES PÚBLICAS DA FEIRA DA MOITA 2010
Avança as obras na praça de Estremoz!
Foto:D.R
O site tauromania anunciou hoje que o Centro de Bem-Estar Social de Estremoz , entidade proprietária da praça de toiros local e que se encontra fechada há vários anos, assinou esta quinta feira um protocolo com o município local, no sentido de recuperar aquele imóvel.
De acordo com a publicação, o protocolo "prevê o início das primeiras obras de requalificação do tauródromo".
A tauromania explica que serão feitas "inicialmente as obras mais urgentes para o normal funcionamento da praça", ficando assim a sua "reabertura prevista para daqui a um ano, para a tradicional corrida das Festas da Exaltação da Santa Cruz, que iniciam a sua edição de 2010 na sexta feira".
A notícia da reabertura da praça de toiros de Estremoz faz hoje a manchete do Jornal Farpas que, nos últimos dias, relembrou aos seus leitores este caso na sua edição on-line (farpasblogue).
De acordo com Miguel Alvarenga, a temporada em Estremoz iniciará com uma grande corrida organizada pela Tertúlia Tauromáquica de Estremoz (criada há um ano e que se bateu pelo renascimento da praça).Alguém explica?
A publicidade da corrida agendada para o dia22 de Agosto na Praia da Vieira saíu à rua, mas a tourada não se deu.
De acordo com alguns e-mails que recebi, de aficcionados daquela região, nem sequer havia rasto da praça desmontável...Será verdade?
O que é que se passou?
Aguardamos esclarecimentos de Paulo Pessoa de Carvalho promotor do evento.
MARCELO MENDES NÃO TOMA A ALTERNATIVA EM 2010
Foto: D.R.
Caros amigos, aficionados e jornalistas taurinos. Cabe-nos esclarecer a aficion e apesar de há alguns meses termos anunciado que o cavaleiro praticante MARCELO MENDES iria tomar a alternativa na Feira da Moita de 2010, a verdade é que depois de uma reunião da nossa equipa, chegámos à conclusão que a alternativa ficará para 2011, sendo esta a temporada de consagração como cavaleiro praticante, tendo toureado e triunfado muitas tardes e irá totalizar cerca de 30 espectáculos, actuando inclusive na importante e bem montada feira da Moita.
Marcelo actua no próximo sábado na Aldeia da Luz, onde obteve um grande triunfo na passada temporada e recebeu o troféu para a melhor lide. Da passada semana ressaltam os triunfos em Baião (a 23), Nafarros (a 25) e Santo Aleixo da Restauração (a 27), perfilando-se como o cavaleiro praticante triunfador da temporada.
GRATOS PELA ATENÇÃO DISPENSADA
GABINETE DE IMPRENSA DO CAVALEIRO MARCELO MENDES
Caros amigos, aficionados e jornalistas taurinos. Cabe-nos esclarecer a aficion e apesar de há alguns meses termos anunciado que o cavaleiro praticante MARCELO MENDES iria tomar a alternativa na Feira da Moita de 2010, a verdade é que depois de uma reunião da nossa equipa, chegámos à conclusão que a alternativa ficará para 2011, sendo esta a temporada de consagração como cavaleiro praticante, tendo toureado e triunfado muitas tardes e irá totalizar cerca de 30 espectáculos, actuando inclusive na importante e bem montada feira da Moita.
Marcelo actua no próximo sábado na Aldeia da Luz, onde obteve um grande triunfo na passada temporada e recebeu o troféu para a melhor lide. Da passada semana ressaltam os triunfos em Baião (a 23), Nafarros (a 25) e Santo Aleixo da Restauração (a 27), perfilando-se como o cavaleiro praticante triunfador da temporada.
GRATOS PELA ATENÇÃO DISPENSADA
GABINETE DE IMPRENSA DO CAVALEIRO MARCELO MENDES
Frente de Acção Pró Taurina não pára de crescer!
A Frente de Acção Pró Taurina bateu hoje mais um recorde, chegou ao número incrível de 18.000 apoiantes, sendo das página taurinas MUNDIAIS com o maior número de apoiantes.
Ao longo destes oito meses de existência o balanço é muito positivo, pois temos contribuído, defendido a nossa querida festa, através da denuncia de todas as Entidades, Organizações e Empresas que tomam medidas discriminatórias em relação à Festa Brava, à cultura Taurina, sua actividade e seus milhares e milhares de seguidores. Porque somos uma página Taurina de ACTIVISMO! e uma página de PROTESTO e sobretudo de ACÇÃO ! É essa a nossa diferença! E deve ser também a SUA !!!
(Frente de Acção Pró Taurina)
Ao longo destes oito meses de existência o balanço é muito positivo, pois temos contribuído, defendido a nossa querida festa, através da denuncia de todas as Entidades, Organizações e Empresas que tomam medidas discriminatórias em relação à Festa Brava, à cultura Taurina, sua actividade e seus milhares e milhares de seguidores. Porque somos uma página Taurina de ACTIVISMO! e uma página de PROTESTO e sobretudo de ACÇÃO ! É essa a nossa diferença! E deve ser também a SUA !!!
(Frente de Acção Pró Taurina)
Espanha: Presidente "rouba" orelha a Moura Jr
Foto:D.R.
João Moura Jr cortou ontem uma orelha num festejo de rojões em Illescas (Toledo).
O cavaleiro português viu ainda o presidente da corrida "roubar-lhe" uma segunda orelha após a morte do seu segundo toiro.
No primeiro o de Monforte foi ovacionado.
Os toiros de Sangrarios Huertas que sairam mansos no geral
Resultado:
Javier San José- orelha- duas orelhas
Andy Cartagena- orelha e ovação
João Moura Jr.- ovação e uma orelha com forte petição da segunda
João Moura Jr cortou ontem uma orelha num festejo de rojões em Illescas (Toledo).
O cavaleiro português viu ainda o presidente da corrida "roubar-lhe" uma segunda orelha após a morte do seu segundo toiro.
No primeiro o de Monforte foi ovacionado.
Os toiros de Sangrarios Huertas que sairam mansos no geral
Resultado:
Javier San José- orelha- duas orelhas
Andy Cartagena- orelha e ovação
João Moura Jr.- ovação e uma orelha com forte petição da segunda
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Última Hora: Forcados de São Manços repreendidos pela ANGF
Forcados de São Manços repreendidos pela ANGF Foto:D.R.
A notícia/comunicado da ANGF foi publicada no site do Grupo de Forcados Amadores de Santarém (GFAS) e explica que os forcados de São Manços vão ser repreendidos por terem "desrespeitado" uma norma da agremiação.
O caso passou-se numa corrida em São Manços, e nós com a devida vénia ao GFAS e à ANGF publicamos o seu conteúdo.
Caros Associados na ANGF,
Em 30 de Novembro de 2002, na Assembleia Geral que se realizou na Estação Zootécnica Nacional, ficou decidido, entre todos os Grupos de Forcados, qual a ordem em que os Grupos pegavam as reses bravas nos espectáculos tauromáquicos.
Vimos relembrar o que ficou decidido:
1) A primeira rés brava que sair à praça é pegada pelo Grupo de Forcados mais velho (o que sai à direita nas cortesias);
2) A segunda rés brava que sair à praça é pegada pelo segundo Grupo de forcados mais velho;
3) A terceira rés brava que sair à praça é pegada pelo terceiro Grupo de forcados mais velho;
4) A quarta rés brava que sair à praça é pegada pelo quarto Grupo de forcados mais velho;
5) Depois de todos os Grupos de Forcados presentes no espectáculo tauromáquico terem pegada uma rés brava, e no caso de haver mais rés bravas para serem pegadas, a situação volta ao início, pegando a quinta rés brava que sair à praça o Grupo de Forcados mais velho e, assim, sucessivamente.
Esta é a norma que deverá ser seguida.
Porém, no sorteio, se os cabos dos Grupos de Forcados presentes no espectáculo tauromáquico combinarem de forma diferente, será o que ficar então combinado nessa altura.
Se nada for combinado no sorteio, aplica-se a norma.
No passado sábado, dia 28 de Agosto, na corrida realizada na Praça de Toiros de S. Manços, o Grupo de Forcados Amadores de S. Maços infringiu esta regra, pois deveriam ter pegado a 2ª, 4ª e 6ª rés brava que saiu à praça e não a 2ª, 3ª e 5ª rés brava que saiu à praça. Não só não respeitou a norma como não respeitou o Grupo mais velho em Praça.
Assim e por ter desrespeitado uma norma interna da ANGF, e por esse facto, será emitida e enviada uma repreensão escrita para o Grupo de Forcados Amadores de S. Manços.
Pedimos o favor dos senhores cabos terem a maior atenção neste assunto, para não criarem situações de desconforto para com os espectadores.
No caso de haver dúvidas em alguma situação no que às actuações dos Grupos de Forcados diz respeito, deve ser o Grupo de Forcados mais antigo no espectáculo tauromáquico (o que sai á direita nas cortesias) que deverá decidir, por bom senso e de acordo com as regras da ANGF, as quais como sabem são votadas por todos os cabos, o que tiver de ser decidido na altura, ficando este com a responsabilidade da sua execução.
É de todo evitável que se criem situações como as que se passaram em S. Manços para bem dos Grupos de Forcados presentes e da ANGF.
A Direcção da Associação Nacional de Grupos de Forcados
A notícia/comunicado da ANGF foi publicada no site do Grupo de Forcados Amadores de Santarém (GFAS) e explica que os forcados de São Manços vão ser repreendidos por terem "desrespeitado" uma norma da agremiação.
O caso passou-se numa corrida em São Manços, e nós com a devida vénia ao GFAS e à ANGF publicamos o seu conteúdo.
Caros Associados na ANGF,
Em 30 de Novembro de 2002, na Assembleia Geral que se realizou na Estação Zootécnica Nacional, ficou decidido, entre todos os Grupos de Forcados, qual a ordem em que os Grupos pegavam as reses bravas nos espectáculos tauromáquicos.
Vimos relembrar o que ficou decidido:
1) A primeira rés brava que sair à praça é pegada pelo Grupo de Forcados mais velho (o que sai à direita nas cortesias);
2) A segunda rés brava que sair à praça é pegada pelo segundo Grupo de forcados mais velho;
3) A terceira rés brava que sair à praça é pegada pelo terceiro Grupo de forcados mais velho;
4) A quarta rés brava que sair à praça é pegada pelo quarto Grupo de forcados mais velho;
5) Depois de todos os Grupos de Forcados presentes no espectáculo tauromáquico terem pegada uma rés brava, e no caso de haver mais rés bravas para serem pegadas, a situação volta ao início, pegando a quinta rés brava que sair à praça o Grupo de Forcados mais velho e, assim, sucessivamente.
Esta é a norma que deverá ser seguida.
Porém, no sorteio, se os cabos dos Grupos de Forcados presentes no espectáculo tauromáquico combinarem de forma diferente, será o que ficar então combinado nessa altura.
Se nada for combinado no sorteio, aplica-se a norma.
No passado sábado, dia 28 de Agosto, na corrida realizada na Praça de Toiros de S. Manços, o Grupo de Forcados Amadores de S. Maços infringiu esta regra, pois deveriam ter pegado a 2ª, 4ª e 6ª rés brava que saiu à praça e não a 2ª, 3ª e 5ª rés brava que saiu à praça. Não só não respeitou a norma como não respeitou o Grupo mais velho em Praça.
Assim e por ter desrespeitado uma norma interna da ANGF, e por esse facto, será emitida e enviada uma repreensão escrita para o Grupo de Forcados Amadores de S. Manços.
Pedimos o favor dos senhores cabos terem a maior atenção neste assunto, para não criarem situações de desconforto para com os espectadores.
No caso de haver dúvidas em alguma situação no que às actuações dos Grupos de Forcados diz respeito, deve ser o Grupo de Forcados mais antigo no espectáculo tauromáquico (o que sai á direita nas cortesias) que deverá decidir, por bom senso e de acordo com as regras da ANGF, as quais como sabem são votadas por todos os cabos, o que tiver de ser decidido na altura, ficando este com a responsabilidade da sua execução.
É de todo evitável que se criem situações como as que se passaram em S. Manços para bem dos Grupos de Forcados presentes e da ANGF.
A Direcção da Associação Nacional de Grupos de Forcados
Centro Equestre de Montemor o Velho apresenta critérios para atribuição de prémios
Montemor o Velho Foto:D.R.
Atendendo a que as votações para os prémios atribuídos nas corridas são sempre aleatórias, por dependerem sempre do gosto particular de cada membro dos júris, decidimos que em cada actuação dos dois espectáculos taurinos que aqui vão ocorrer, fossem classificados vários itens com pontuação de 1 a 10 à semelhança do que se passa noutras artes nomeadamente na ginástica e na patinagem artística.
O somatório desses itens dará a pontuação de cada jurado, e o somatório de todos os jurados decidirá o vencedor.
No que diz respeito aos cavaleiros, a pontuação será atribuída a cada uma das actuações e o prémio será atribuído há melhor actuação escolhida entre as seis efectuadas.
Os 5 Itens para os cavaleiros serão: Correcção a cavalo, Lide do toiro, Verdade do toureio, emoção, e espectacularidade e reportório.
Os 5 Itens para os Forcados serão : Cite, reunião, controlo da viagem, dificuldade do toiro, vantagens dadas ao toiro.
Com esta inovação, quer a direcção do centro Equestre de Montemor o Velho aproximar-se mais da justiça nos resultados.
Dia 5 de Setembro.
Corrida de Toiros
Joaquim Bastinhas
Sónia Matias
Pedro Salvador
Forcados amadores de Lisboa e V. Franca
Toiros de Higino Soveral
Prémio para a melhor lide e melhor pega.
Dia 8 de Setembro
Variadades Taurinas.
Homenagem ao grupo juvenil da escola Superior Agrária de Coimbra pelos seus 49 anos, grupo que sempre tem colaborado nas iniciativas de divulgação da “Festa” na região.
Prémio para a melhor lide
João Maria Branco
Manuel Vacas de Carvalho
David Oliveira
Manolo Escobar (rejoneador que fará a sua apresentação no nosso País)
Grupo de Forcados juvenis da Esac.
2 novilhos de António dos Reis e 2 novilhos de Filipe Tinoco
Exclusivo: SIC dá destaque à festa
A SIC está a elaborar uma reportagem sobre a festa, nomeadamente, sobre os motivos que levam o povo português a admirar a tauromaquia nas suas diversas vertentes.
Uma reportagem que promete engrandecer a festa e que será exibida no Sábado.
Em breve darei aqui mais notícias sobre esta reportagem da autoria do jornalista Hugo Alcântara e que promete ser de arromba!
Toiros em Montemor o Velho
Bastinhas vai tourear a Montemor o Velho Foto:D.R.
Depois dos êxitos dos anos anteriores, o centro Equestre de Montemor o Velho, pelo quarto ano consecutivo, leva a efeito dois espectáculos taurinos, durante a feira anual daquela vila do Mondego.
Dia 5 de Setembro.
Corrida de Toiros
Joaquim Bastinhas
Sónia Matias
Pedro Salvador
Forcados amadores de Lisboa e V. Franca
Toiros de Higino Soveral
Prémio para a melhor lide e melhor pega.
Dia 8 de Setembro
Variadades Taurinas.
Homenagem ao grupo juvenil da escola Superior Agrária de Coimbra pelos seus 49 anos, grupo que sempre tem colaborado nas iniciativas de divulgação da “Festa” na região.
Prémio para a melhor lide
João Maria Branco
Manuel Vacas de Carvalho
David Oliveira
Manolo Escobar (rejoneador que fará a sua apresentação no nosso País)
Grupo de Forcados juvenis da Esac.
2 novilhos de António dos Reis e 2 novilhos de Filipe Tinoco
Manuel Dias Gomes: Melhor estocada da feira de Aldeadávila de la Ribera
Foto:D.R.
O novilheiro Manuel Dias Gomes foi distinguido com o troféu "Melhor Estocada", da 14ª edição dos prémios taurinos " Fiestas del Toro 2010 Aldeadávila de la Ribera".
O novilheiro Manuel Dias Gomes foi distinguido com o troféu "Melhor Estocada", da 14ª edição dos prémios taurinos " Fiestas del Toro 2010 Aldeadávila de la Ribera".
Dias Gomes foi distinguido pela estocada que efectuou ao novilho nº 8, de nome Listón, pertencente à ganadaria de Hermanos Revesado Pernas, lidado no dia 27 Agosto, durante a feira taurina daquela praça espanhola.
Roberto Blanco (melhor faena) e as ganadarias de José Luís Rodriguez Lopez e de Hermanos Revesado Pernas ( melhor toiro e menção especial, respectivamente), foram outros dos premiados.
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